Segundo o levantamento “Impacto da IA Generativa no Direito”, realizado pelo Jusbrasil, Trybe e ITS Rio, em parceria com seccionais da OAB, embora quase 80% dos advogados utilizem IA em suas rotinas, apenas uma parcela reduzida das bancas possui diretrizes formais para orientar esse uso. O cenário acende um alerta para riscos de vazamento de dados e insegurança jurídica.
Em matéria publicada pela Análise Editorial, nossa sócia gestora Jenise Carvalho destaca a importância de uma gestão conectada às transformações tecnológicas e às necessidades da equipe e dos clientes, como caminho para uma adoção mais eficiente e segura.
O desafio do setor, agora, é transformar o uso individual em uma prática institucionalizada, com diretrizes claras, supervisão e responsabilidade.
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